Os países do G-20, que fazem 85% da produção mundial, se preparam para nova reunião de cúpula de chefes de Estado e de governo em fins de setembro, em Pittsburgh (EUA), sem uma ideia clara ainda do que vão produzir desta vez. Já o Banco de Compensações Internacionais (BIS), espécie de banco dos bancos centrais, acaba de dar uma mostra da marca que a crise bancária deixará sobre a atividade econômica nos próximos anos. O cenário econômico mudou. A primeira cúpula dos líderes do G-20 ocorreu nos Estados Unidos no auge da crise e de lá saiu a determinação de reagir com firmeza para evitar quebradeira dos bancos e recessão mais severa. A segunda, em abril, em Londres, num ambiente ainda sombrio, o pacote de mais de US$ 1 trilhão anunciado reduziu inseguranças e afastou a explosão de certos problemas, sobretudo entre países em desenvolvimento. Continua…